sexta-feira, 29 de junho de 2007

A Essência da Vida.

Quando respiramos nosso primeiro sopro de ar, quando vemos pela primeira vez a luz que nos ilumina, sentimos que somos mais uma pequena peça que se constitui nesse quebra cabeça chamado “Humanidade”.
Quem poderia imaginar que um dia faríamos tanta diferença nessa massa de gente que vai e que vem nesse mar de obrigações, que faz funcionar esse grande relógio chamado “Terra”. Hoje queremos que o amanhã nos dê algo que nos possa ser útil, quem sabe poderemos fazer esse sonho virar realidade, cabe a nós fazer essa diferença hoje, pensando em cada pecinha desse relógio no amanhã, que tentará inúmeras e até as vezes inúteis tentativas de reverter algo que fizemos, que nem se quer tentamos olhar para frente e pensar no que estamos fazendo hoje.
Será mesmo que essa nossa fome de poder absurdo nos leva à voltar às nossas origens, fazendo-nos agir como primatas, levando-se em consideração que bem antes dessa era industrializada começar a dominar nossos instintos, tudo que comíamos, plantávamos, tudo o que queríamos de bens materiais, trocávamos, hoje, cada vez mais que nos humilhamos à absorver informações mais destrutivas do que construtivas, estamos acabando com nós mesmo, tendo que interagir com essa vontade cega de consumo excessivo, sem pensar que isso tem base em uma matéria-prima, e é nisso que não estamos pensando hoje, sendo que amanhã não haverá se que um simples motivo de voltar atrás de nosso erros, porque não pensamos no amanhã.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Porquê

Será que somos tão sarcásticos ao ponto de que não estamos apenas manipulando uma realidade cruel, será que não temos a plena consciência da soberania que domina nossas mentes nos coagindo a tomar decisões drásticas e nos forçando a aceitar nossos erros.
Como podemos aceitar tal erro sendo que sabemos que o seguinte ato nos torna marionetes da sociedade comandada pela ignorante política que nos cerca, pela imundice que somos obrigados a concordar sem ter ao menos um segundo para pensar sem apanhar da policia, que protege falsas ilusões , que agem pior que nós, além de acreditarem na fachada da sociedade, ainda serem pagos por isso.
Quem sabe o que podemos fazer para que essa pura covardia que plaina sobre nossas cabeças prestes a nos atacar, como se fossemos restos inúteis do resultado de toda intolerância monarquica que nos rodeia.
Poluição, fome, guerra, são frutos das sementes que plantamos em um solo envenenado pela fome de poder que nos transforma em canibais, tentando obter alguma conquista sobre nos mesmos, levando-nos a ter um colapso emocional prestes a explodir em pequenos pedaços de vontade que antes nos dava pouco do ar que respiramos para entender como a vida poda ser boa...


... quem sabe.

domingo, 3 de junho de 2007

O livro da vida

“Quando nascemos, dão-nos o livro da vida, mas estas páginas estão em branco, e cabe a nós preenchê-las. Não é obrigatório seguir as indicações alheias.
Quando somos pequenos, os pais e a sociedade escrevem por nós os primeiros capítulos, e pode acontecer que não gostemos muito deles.
Mas nada nos obriga a continuar a história no estilo em que foi começada.
Por isso, viremos hoje uma nova página, agarremos a caneta e comecemos a escrever a nossa história. Afinal de contas, só se vive uma vez.”




Lucien Auger